quinta-feira, 21 de maio de 2015

SEGUINTE DIVULGA DATA DE LANÇAMENTO DOS PRÓXIMOS LIVROS DA KIERA CASS




Na última terça-feira (17) a autora Kiera Cass comemorou  mais um ano de vida e para comemorar a Seguinte realizou algumas promoções no Twitter e respondeu algumas perguntas dos leitores. Entre elas, quais outros livros da autora também seriam publicados.
  •  Felizes Para Sempre (livro extra da série A Seleção, uma coletânea de contos e cenas exclusivas) sai outubro
  • Quinto livro de A Seleção em 2016
  • O livro The Siren em 2017.

A editora também adquiriu os direitos de uma duologia que será escrita pela autora, porém ainda não há muitas informações além de ser um jovem adulto, uma mescla de Destino, de Ally Condie, com Never Let Me Go, envolvendo crianças treinadas em academias para serem amigos perfeitos podem ser compradas, e, claro, um romance proibido.



Uol uol uol! Eu não posso esperar Kieeeraaaa! OMG 💜💍👑 😍 (Vai Jensen Vai Jensen!😂😂😂)


terça-feira, 19 de maio de 2015

Resenha | A Herdeira por Kiera Cass


Título: A Herdeira

Autora: Kiera Cass

Editora: Seguinte

Número de páginas: 392


''O que vem depois do 'Felizes para Sempre' ? ''


O que falar sobre o livro?
Apesar do final (relaxem eu não darei spoiler) eu simplesmente amei o livro. Quando eu fiz o pedido e ele chegou, eu estava louca para lê-lo. Não me contive e acabei lendo em pouquíssimos dias. Kiera Cass tem uma boa escrita, puxa o leitor e eu não me desapeguei do livro por um segundo se quer. Eadlyn era uma princesa muito mimada e arrogante, não estava nem um pouco interessada em participar da nova Seleção. Mas ao decorrer da história ela foi pega de jeito (o se foi) ,não só ela como eu também. E pode acreditar. Os selecionados... Não tem como não se apaixonar por todos eles. Pera, nem todos são uns fofos! Tem alguns na história que eu quis pular no pescoço! A cada burrada de um era uma pulada kkk' Mas é isso, Eadlyn tem muito com o que aprender, e com certeza aprenderá. Eu amei o livro e já tenho o meu preferidinho! E torço pelos dois :) Agora vamos combinar, a cada vez que Eadlyn isso é nome? pensava "Sou Eadlyn Schreave. Nenhuma pessoa é tão poderosa quanto eu." Me dava nos nervos, sinceramente, mais ao decorrer desse livro fui me apegando a ela. Amei, amei, amei o livro, apesar de seu final...OPS não irei dizer :) Leia!

O 4º livro da série A Seleção conta agora a história da princesa Eadlyn, a primogênita de Maxon e América e por isso a herdeira do trono. Para acalmar os ânimos dos descontentes, ela precisará passar por uma Seleção, a primeira onde 35 garotos disputarão uma garota. Acontece que Eadlyn foi criada para ser a Rainha e como tal não aceita que mandem nela. Decidida a não deixar que a seleção mude seu destino ela já sabe como fazer para que todos os pretendentes saiam correndo do palácio - já que dessa vez eles poderão optar por sair se desejarem. No entanto, com o avanço dos dias e a proximidades com aqueles garotos tão diferentes, a princesa acaba se envolvendo com a história de vida de vários deles. 

Depois de uma seleção tão difícil, Maxon conseguiu levar America ao altar e com o trágico desfecho daquela invasão, se tornaram o Rei e a Rainha de Illéa. Seu reinado foi mais amável que de seu pai, isso fica evidente nas ações que toma pelo seu povo e na linda família que formaram. Eadlyn e Ahren são gêmeos, os primogênitos, onde sete minutos escolheram o novo governante do pais. Eles teriam a primeira mulher no comando!

Eadlyn cresceu com uma grande responsabilidade sobre si. Assumir o trono é uma tarefa complexa, que envolve muito treinamento, estudo e privação de uma infância/adolescência normal, mas ser a primeira mulher nessa posição é ainda mais complicado. Ela precisa se mostrar forte, determinada e sempre confiante... Kiera criou todos os elementos para uma protagonista daquelas amada pelo público, mas não! Eadlyn é mimada, prepotente e soberba. Tem como odiar mais?
Para a sorte do leitor, a família real integra pessoas mais agradáveis e que me fizeram vibrar a cada verdade dita na cara da amável princesa. Ahren é atencioso, puxou ao pai, e eu super apoiava que ele fosse O Herdeiro. Kaden é o irmão do meio, um verdadeiro diplomata e, apesar da idade, acho que seria o mais preparado para assumir o troço. Osten, o caçula, é o diabinho em pessoa. Atentado que só ele! Uma pena que não tenham sido mais explorados. Maxon continua o mesmo fofo de sempre, enquanto Ameria foi abduzida! Aquela garota impulsiva e indecisa foi substituída por uma copia ruiva da Rainha Amberly. Por motivos que não consigo entender, dois casais já conhecidos pelo público permaneceram no castelo: Aspen & Lucy e Marlee & Carter, com o adicional Josie e Kile, seus dois filhos.
A seleção começa de forma desastrosa, mas os garotos acrescentam muito a trama. Dessa vez não temos um triangulo amoroso! Na realidade, suas preferencias são bem nebulosas e o livro acaba sem que exista uma maior definição da parte dela. 

Kiera Cass me irritou e instigou, mais uma vez. Por que, o que foi aquele final?  A autora continua escrevendo de forma fluida e viciante. Se você não se irritar tanto quanto eu, tem grandes chances de ler o livro de uma vez só. Achei inteligente a autora fazer desse um livro 'independente', assim, se você não se importar de pegar spoilers, pode lê-lo sem qualquer prejuízo ao entendimento da história.

Avaliação: 




domingo, 3 de maio de 2015

Autor nacional lança romance distópico inspirado em “Jogos Vorazes”



Dêner B. Lopes, 19, publicará seu romance de estréia, Cidades-Mortas, pela Chiado Editora, atuante no Brasil e em Portugal. O romance é o primeiro de uma série que tem quatro volumes planejados.
O livro é voltado para o público jovem e é inspirado na trilogia distópica Jogos Vorazes (Suzanne Colllins). “Como os três livros da autora Suzanne Collins não mencionavam uma única frase sobre o que acontecia, ou como as outras nações ao redor do mundo eram, tive esse pensamento em mente”, diz o autor. O livro conta com o prefácio do autor Renato C. Nonato, autor da distopia “Terras Metálicas”, lançada em 2012 pelo selo Novos Talentos da Literatura (Novo Século).
Lembrando que esse não é o primeiro caso de uma obra inspirada num universo explorado anteriormente: o livro A Arma Escarlate (Renata Ventura), aclamado pelos leitores, é inspirado no universo criado por J. K. Rowling.
Abaixo, você pode conferir a sinopse:
"Arthur Noah é um adolescente órfão e medroso de 16 anos que é atormentado dia após dia só pela simples menção do Festival das Cidades-Mortas. O Festival acontece uma vez por ano, no início do mês de dezembro, e é exibido para toda nação por TV aberta durante exatas duas semanas. Um grupo de jovens, de 15 a 18 anos, é escolhido pelos habitantes votantes de sua Cidade (de antigo nome Estado) para lutar pela sobrevivência durante o reality show na Cidade-Morta escolhida (lugar esse antes conhecido por favela), extinta de vida humana. Cinco milhares de soldados-robôs do Governo são dispersados pela Cidade-Morta, incumbidos unicamente a procurar esses Eleitos e causar-lhes morte lenta e torturante.
(No local abandonado se encontra de tudo; desde armas e desodorantes até correntes com o pingente da Máscara de Prata.)
Arthur, no entanto, numa das saídas livres permitida pelo orfanato à praia, conhece um velho gordo, dono de um quiosque, que lhe pede ajuda. Com o pensamento claro de que seria um dos participantes da nova edição do Festival (pois seus pai, avô e irmão também foram) ele diz ao velho que não precisa de dinheiro nem de nada em troca. Porém, ao final do expediente, o velho lhe oferece um cigarro de maconha (algo muito caro e proibido pelo Governo, e quem fosse pego portando tal droga seria imediatamente preso, sendo ele quem fosse), dizendo-lhe que aquilo fazia desaparecer todos os problemas. E é isso que Arthur quer; por isso aceita.
Como o prazo para voltar ao orfanato estava acabando (e o rapaz não podia fumar lá dentro, em meio a chusma de pessoas), ele, ao notar as ruas sem movimento, acende a droga. Pouco depois, distraído, esbarra em alguém, que para seu azar é um policial. Arthur é preso, levado até a delegacia. Em sua cela, conhece um outro jovem; William; um alguém controverso, rechonchudo e espinhento; além de racista e perigoso, mas incrivelmente de bom coração e alienado, que simplesmente não percebe quando está sendo suportável ou insuportável para Arthur.
Era bom e mau para este. Bom porque jovens presos não podiam ser votados para o Festival, e mau, pelo fato de estar preso num lugar pequeno e frustante, com alguém que ele definitivamente não gostava.
Os dois, durante os dias que se passam, arrumam uma maneira de fugir e conseguem; justo no Dia Primeiro do Festival, onde, na delegacia, policiais (robôs ou humanos) estavam em falta. Mas algo inesperado acontece, pois ao fugirem sob uma viatura, esta os leva diretamente para a Cidade-Morta sede; eram as viaturas de polícia que levavam os Eleitos para lá.
Em pico de audiência por dois jovens adolescentes presos invadirem um Festival mundialmente conhecido, os produtores permitem tal ação de deixá-los participar, mas, se sobrevivessem ao final das duas semanas, apenas um pedido seria lhes conferido, diferentemente dos dois, de qualquer outro sobrevivente.
Arthur e William, então, se veem incumbidos a lutar por sua sobrevivência. Com apenas uma bala na arma P-LB, roubada do policial-carcereiro na fuga da delegacia, e uma caixa de fósforos, eles precisam se unir. Até que as coisas comecem a mudar."
 Embora Cidades-Mortas seja o primeiro romance publicado do autor, Dêner já assinou contrato para duas antologias de contos: Utopia – Contos Fantásticos (Andross Editora /agosto 2014) e Sombras do Tempo (Sollo Editorial /outubro 2014). Entre em contato com o autor através do Facebook.